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Trilha do Tabuleiro PDF Imprimir E-mail
Aventuras - Trilhas
Escrito por Henrique Marcelo   
Qua, 22 de Maio de 2002 00:00
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Trilha do Tabuleiro
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Cheguei 20min atrasados e já não havia ninguém no posto. Em seguida chegou o Ivan (Urso) filho do Barba (trilha das torres) com com CJ3. Ficamos perdidos, pois não sabíamos se não tinha vindo ninguém, ou se já tinha todo mundo ido para a trilha. Depois de algumas ligações (valeu Henrique Pieroni), ficamos sabendo que eles estavam parados no primeiro atoleiro. 

 

 

 


Fomos até Cajamar, rodamos de um lado para outro igual cachorro perdido na mudança, já que não sabíamos onde era a entrada da trilha. Estávamos quase indo embora, e P@#* da vida pelo fato de não terem esperado vinte minutinhos, quando resolvemos arriscar e entrar numas "bocadas", e pergunta daqui responde dali, chegamos no tal primeiro atoleiro. Ficaria muito triste se soubesse que paguei pedágio, enchi o tanque de combustível, acordei cedo e não faria a trilha.

Mas tudo bem, na próxima, quando acontecer algum imprevisto (meu cunhado pegou minha carteira achando que era a dele, até descobrir...) sequer me dirijo para a trilha. Bem neste primeiro atoleiro, os colegas que já estavam lá há algum tempo e providenciaram uma ponte de madeira onde passava a lateral direita dos carros. Ficamos um bom tempo lá pra conseguir transpor o obstáculo, já que antes da trilha tinha uma cratera que cabia o engesa direitinho, foi uma aula prática de como transpor obstáculos. Com o auxilio do guincho e do estepe do Brambini, o carro era literalmente içado para o andar de cima, onde em seguida tínhamos que passar pela ponte. Parabéns ao Pangaré, Marcoto, e o resto da galera que certamente conhecem muito do coisa.

Em seguida tinha mais uma subida bastante íngreme de cerca de 3 metros, mais muito difícil de subir, TODOS tiveram que ir de guincho. Muitas subidas fortes, e o engesão ia passando por tudo, até pararmos. Alguns carros terminaram a subida, outros, eu, Caco (samurai), Brambini (engesa), e o Edu com o Cj ficamos embaixo, e o Edmilsom com seu Jotalhão, mais conhecido como Tomba mais não Vira, enroscado no 1/2 do caminho com as partes de baixo amostra. Nesta bendita hora começou a chover, MUITO. Tentei subir por um caminho alternativo, mas com a torrencial chuva que caia virou um SABÃO, subi dois metros, voltava quatro.

Os jipes que estavam na parte de cima começaram a puxar os carros que estava embaixo, a começar pelo Tomba mais não Vira. Ficamos novamente várias horas para chegar na parte de cima. Já devia ser algo em torno de 19hrs quando chegamos todos no cume. Partimos para o fim da trilha. Passávamos por algumas belas subidas, uma delas subiu o JPX TDI, o Engesa TDI e eu com meus xoxos 4cc a álcool, o restou teve que subir no guincho. Etâ Jipinho bão.

Achávamos que estávamos no final, algo em torno de 20/21hrs, quando um pouco a frente o Edmilson Virou mais não tombou. Ficou por alguns musgos para rolar uns 15 metros, sorte dele e dos acompanhantes, já passei por isso e sei o que é ver o mundo girar com um jeep junto. Passamos para os últimos 300 metros da trilha e para não faltar, o Edmilson virou de novo, e desta vez 45º, nada que um empurrãozinho não resolvesse. Estávamos todos indo embora. Saldo negativo para o CJ do Eduardo cujo motor abriu o bico, e o Tomba mais não Vira que ficou com algumas avarias já relatadas pelo próprio Edmilson.

Cheguei as 23hrs e ainda consegui achar minha noiva com um sorriso no rosto.....

 

 



Última atualização em Qua, 17 de Fevereiro de 2010 22:15